Brasil registra avanço na geração de emprego

O setor de Serviços liderou a geração de empregos, com 81.241 novos postos. O Nordeste apresentou o melhor desempenho regional, com 49.142 vagas criadas, enquanto 26 das 27 unidades da Federação registraram saldo positivo. 

Por Caio Ribeiro

O Brasil alcançou a marca de 48,3 milhões de empregos com carteira assinada em setembro de 2026, segundo dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Somente no mês, foram criados 121.305 postos formais, resultado de 2,21 milhões de admissões e 2,09 milhões de desligamentos. Com isso, o país acumulou 1,24 milhão de novas vagas com carteira assinada entre janeiro e setembro.


O setor de Serviços liderou a geração de empregos, com 81.241 novos postos, seguido pela Indústria, com 19.285, pelo Comércio, com 15.697, e pela Construção, com 9.468. O Nordeste apresentou o melhor desempenho regional, com 49.142 vagas criadas, enquanto 26 das 27 unidades da Federação registraram saldo positivo. 


Os dados também apontam destaque para a participação feminina e dos jovens no mercado de trabalho. As mulheres ocuparam 62.989 das vagas criadas em setembro, superando os homens, que preencheram 59.129 postos. Já os trabalhadores com até 24 anos responderam pelo maior saldo de contratações, com 106.293 vagas. 


O fomento ao emprego é fundamental para fortalecer a economia, garantir dignidade à população e ampliar o acesso à renda. Além de promover inclusão social e reduzir as desigualdades, a geração de postos de trabalho movimenta o comércio, estimula o consumo e contribui diretamente para o desenvolvimento do país.