CASSI: SIM pela responsabilidade com o presente e o futuro

Pelo acordo negociado, o Banco do Brasil será responsável por 60% do aporte, cerca de R$ 1,373 bilhão, enquanto os associados arcarão com 40%

Por Rose Lima

Entre os dias 18 e 25 de novembro, acontece a consulta aos associados da Cassi sobre a proposta de aporte extraordinário de R$ 2,288 bilhões para enfrentar o déficit financeiro do Plano de Associados. A orientação é pelo SIM, em defesa da sustentabilidade da Caixa de Assistência e da continuidade do atendimento aos associados e dependentes.

 

Pelo acordo negociado, o Banco do Brasil será responsável por 60% do aporte, cerca de R$ 1,373 bilhão, enquanto os associados arcarão com 40%, aproximadamente R$ 915 milhões. A divisão amplia a responsabilidade financeira do patrocinador.

 

Se aprovada, a contribuição extraordinária dos associados começa em dezembro de 2026, com pagamento distribuído em 18 meses. O BB fará o aporte em duas etapas, em dezembro de 2026 e janeiro de 2027. Antes da consulta, deverá ser firmado um memorando de entendimento com os critérios negociados.

 

A medida é emergencial e busca recompor as reservas da Cassi, comprometidas por déficits recorrentes. Também abre caminho para a revisão do Estatuto, melhorias na gestão e a construção de um modelo de custeio sustentável.

 

A rejeição da proposta não elimina o déficit e pode agravar a situação financeira da instituição, inclusive com riscos de intervenção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 

O voto SIM representa uma posição de responsabilidade com a preservação da Cassi, sem abrir mão da cobrança por transparência, eficiência na gestão e maior compromisso do Banco do Brasil. É uma decisão em defesa de uma conquista histórica dos funcionários do banco e da assistência à saúde de milhares de famílias.