COLUNA SAQUE
Por Rogaciano Medeiros
CHEGANDO BEM
As pesquisas divulgadas às vésperas do 2º turno, que acontece domingo, reafirmam um quadro animador para Lula, por chegar na reta final da corrida presidencial em curva crescente, o que prenuncia vitória, enquanto Flávio Bolsonaro entrou em espiral decrescente. O novo escândalo, da suruba na pandemia, deve desgastá-lo ainda mais. O clima no Brasil anuncia a virada.
OUTRO ESCÂNDALO
Se a candidatura de Flávio Bolsonaro já vinha amargando sérios problemas, ao ponto de entrar na reta final do 2º turno em curva descendente, sinal de derrota, a tendência é se complicar ainda mais com a matéria da nova edição da revista Piauí, detalhando bacanal que o presidenciável do PL fez com garotas de programa e lobistas, em plena pandemia, 17 de julho de 2020.
ELEMENTO PERVERTIDO
O cidadão que tem suas crenças e fé, mas também tem capacidade de reflexão e não obedece cegamente o líder religioso, fica cismado com o fato de milhões de evangélicos e católicos moralistas não se indignarem com a vida mundana, pervertida e degenerada de Flávio Bolsonaro. É a negação da família tradicional que dizem defender. Um fenômeno intrigante.
AMIZADE CRIMINOSA
A descoberta de uma máquina de contar dinheiro em hangar de propriedade de Willer Tomaz, coligado de Flávio Bolsonaro, o mesmo que o ajudou a tomar a ilha de Richarlisson em Angra e gastou R$ 5 bilhões em apostas nas bets, amplia consideravelmente as suspeitas da PF de uma sociedade criminosa de alta periculosidade entre o presidenciável do PL e o advogado.
DNA BOLSONARISTA
Quem acompanha o cotidiano da vida política no Brasil não se surpreende com a suruba de Flávio reunindo garotas de programa em lancha no lago Paranoá, justamente quando a pandemia matava mais de mil brasileiros por dia, tampouco com o telefonema dele para Vorcaro, cobrando dinheiro, nem a molecagem no debate da Band. São condutas com o DNA do clã Bolsonaro.


